20 de mai. de 2010

O Capítulo que eu não gostaria de contar...

Eu escolhi intensidade ao invés de cautela.
Eu escolhi agressividade ao invés de passividade.
Eu escolhi realidade ao invés de utopias.
Eu escolhi viver o agora e não o pra sempre.
Eu escolhi a noite e não o dia.
Escolhi os caminhos mais dificeis.
Escolhi não me adequar.
Escolhi ser única.
Escolhi levantar a cabeça perante os erros.
Escolhi me permitir ser frágil.
Escolhi que esse momento dure pouco, porque minha escolha verdadeira é ser forte sempre.
Escolhi não depender das pessoas.
Escolhi ser diferente.
Escolhi admitir erros.
Escolhi errar.
Escolhi acertar.
Escolhi simplesmente fazer.
Escolhi amar.
Escolhi usar.
Escolhi sentir.


Eu escolhi não escolher...
Não agora.

1 de mar. de 2010

Em que conto eu parei???

A realidade é uma só.
Só consigo escrever sobre a vida quando estou na merda.
E ultimamente não tenho do que reclamar...


Sempre fui intensa demais pra passar despercebida pelas coisas, para ignorar fatos e para não me importar.
Cada dia é um desafio, maior, mais louco e que exige de mim força, paciência e capacidade de lidar com os erros.
Quando a vida lhe oferta algo melhor e maior, o desafio não é o mesmo, o desafio triplica e as vezes você recua.

Antes eu não me importava em não cuidar, não tinha tanto medo de perder e hoje isso muda.
Talvez porque tenha começado por eu mesma ter tirado de alguém algo que não era meu.
Mas vale a ressalva, não cuida do que tem, perde mesmo.
E eu nunca tive medo de tirar nada de ninguém, se isso me fosse conveniente ou se eu achasse que deveria e não iria infringir as regras do MEU jogo.

Mas nem só por isso, não é medo, porque dificilmente temo o que é menor do que eu, mas porque hoje de verdade não posso reclamar e cultivar sejam amizades ou amores é necessidade.

Continuo maior, melhor e muito mais forte que muita coisa ou muita gente.
Continuo achando um porre crescer, fazer aniversário ou saber que minhas ações a partir de agora são eternas e que ficarão ali, na estante, mostrando a cara pra mim.
Eu adorava quando a vida não parava, quando todo dia era dia e que se explodissem as regras.

Mas a verdade é uma só, ou eu me parava ou paravam comigo.
Não é tão difícil quanto eu pensava e mais uma vez consegui.


As coisas caminham entende?
Devagar mas caminham.
E se você perdeu, ergue a cabeça e continua a caminhada.

Nesse mundo é assim...

Se você não faz, sempre tem alguém que vai lá e te supera.
É a vida.

29 de jun. de 2009

Contos de Alyce - Capítulo 9

Quase um ano...
Passa rápido.
Ontem minha vida desmoronava e hoje está tudo tão sólido!











Não me importa ex inconformada, não me importa que ninguém acredite que as coisas mudaram mesmo.
Quando ele me olha, tudo volta a ter sentido como nunca teve.
E continuo num estado eterno de felicidade, como nunca estive!

23 de dez. de 2008

Contos de Alyce - Capítulo 8

A coisa começa antes mesmo da outra terminar. História engraçada. Cheia disso e daquilo. Uma trama bem fundamentada por alguém que sabia exatamente o que eu precisava.
E como posso dizer... hoje o que parecia errado é certamente o que eu deveria ter feito.
Fico feliz por ter feito. De verdade.
Mesmo que aos olhos dos outros parecesse incorreto.

...

Já se apaixonou a ponto de não precisar de frases prontas, porem quando as escuta sente os olhos se encherem de lágrimas, o coração quase saltar pela boca e depois tudo ficar calmo?
É...

Nunca foi tão bom escutar um eu te amo!

5 de dez. de 2008

Contos de Alyce - Capítulo 7

Como venta frio lá fora!
Mas eu acabei de voltar tão dopada que frio algum fez diferença.
São Paulo é assim mesmo. Um emaranhado de coisas.
Mas eu estava tão dopada pra perceber que voltei para casa com o mesmo sorriso no rosto.
O mesmo sorriso que dou quando vejo todos eles reunidos.
Me perguntam porquê?
Eu simplesmente não sei, os motivos que me levam até lá são os mesmos.
Preciso beber pra esquecer.
Esquecer junto deles.
De quem faz sentido.
Estou no ponto mais definitivo da vida... Ou você pega sua chance e vai em frente ou desiste.
Leio essa frase tatuada tão recentemente nas costas...
E apesar de não ver chance alguma na minha frente, desistir aparenta ser mais fácil.
Mais prático.
Provavelmente mais tentador também...


Mas aquele cheiro me faz pensar duas vezes em jogar a toalha.
(mas tá tão difícil persistir...)


venta frio lá fora, mas eu já não sinto nada.

1 de nov. de 2008

Contos de Alyce - Capítulo 6



- Ques és tu?
- Eu ja nem sei senhor...mudei tantas vezes desde hoje de manhã..
- Como vê eu nada vejo...explica-te.
- Sinto muito mas não posso explicar senhor, ja não sou a mesma, como vê.
- Eu nada vejo...
- Não sei como explicar, pois para mim não há nada claro!
- Tu. Quem és tu?
- Primeiro "tu" não deveria dizer-me o seu nome?
- Por que?
- Tudo aqui é tão confuso.

Alice no País das Maravilhas.


...apenas um sinal...
você precisa apenas saber, deixar o coração quietinho e aí sim, relaxar sobre todo o resto.

31 de out. de 2008

Contos de Alyce - Capítulo 5

Sabe o que você faz com seus sentimentos mais nobres?
Enfia eles no cu.

Não é de grande valia tê-los hoje em dia.